Cerveja artesanal: Como fazer e evitar contaminação?

Cerveja artesanal: Como fazer e evitar contaminação?

A produção de cerveja artesanal deixou de ser apenas um “hobbie”, ainda mais após a pandemia. Hoje, é uma possível alternativa para driblar a crise. Saiba mais!

Além de saciar a sua vontade sempre que quiser, o delicioso “hobbie” pode virar uma atividade bastante lucrativa. E acredite, grandes marcas começaram um dia, de uma simples paixão entre a família e os amigos. A produção de cerveja artesanal é uma atividade prazerosa, mas, como funciona esse processo e como evitar a contaminação?

Atualmente, só na internet, existem diversos negócios montados e que tem na cerveja o carro chefe principal – quando não é o único. Um cervejeiro atualmente consegue faturar boas quantias se estiver bem equipado e possuir os maltes certos. Contudo, isso apenas não basta.

É preciso, porém, estar em dia com as normas da ANVISA e contar com uma equipe especializada na Consultoria Alimentar – o que é fundamental.

Evitando a contaminação e mantendo a qualidade

As cervejas artesanais são bebidas produzidas com foco na variedade de cores, aromas e gostos, utilizando técnicas e receitas tradicionais. São produtos gastronômicos, que harmonizam com os mais diversos pratos, assim como o vinho e outras bebidas.

Para tanto, é importante:

MANTER A HIGIENE

Assim, é preciso evitar qualquer contato externo com a bebida e os ingredientes. Qualquer contaminação que surja, não apenas afeta ao sabor, como também propicia uma intoxicação nos clientes. Por isso, é importante manter o ambiente e os equipamentos limpos e higienizados e ao final de cada produção, certificar-se que novamente, tudo está limpo com extremo cuidado.

EVITAR CONTATO COM OXIGÊNIO

Também não pode haver contato da bebida com oxigênio. Caso haja qualquer molécula de oxigênio presente, a bebida oxidará o que afetará não só o sabor, como também o prazo de validade e a proliferação de bactérias. Logo, o risco de intoxicação também é grande.

EQUIPAMENTO EFICIENTE

O produtor precisa ter um contato quase nulo com a bebida, desde a fermentação ao processo de envasamento. Portanto, não economize na compra do fermentador. É preciso que o aparelho mantenha a cerveja isolado do ambiente externo em todas as etapas de produção.

É importante que o fermentador possua conexões destinadas à introdução de gás CO2, de sonda termométrica para controle de temperatura e volume, e válvula para a retirada da bebida sem contato com os resíduos que comumente se formam no fundo do equipamento.

INGREDIENTES DE CONFIANÇA E QUALIDADE

Certifique-se de que os produtos e ingredientes com os quais produzirá sua própria cerveja são de extrema qualidade e confiança comprovadas. Um produto / ingrediente contaminado pode trazer sérios danos à saúde.

Consultoria Especializada: IMPORTANTÍSSIMO!

Se quiser que os investimentos realmente apresentem um retorno sem qualquer surpresa, é preciso que o seu negócio atenda às normas da Resolução RDC nº 218, de 29 de julho de 2005, que dispõe sobre o Regulamento Técnico de Procedimentos Higiênico-Sanitários para Manipulação de Alimentos e Bebidas Preparados com Vegetais; dentre outras documentações exigidas e especificações quanto à recepção e armazenagem da matéria-prima (adegas); processamento; envase, rotulagem e armazenamento; e a área para degustação.

Portanto, indispensável é contar com uma equipe especializada, a fim de evitar sustos que possam “aguar” o seu sonho. Procure a Consultoria Alimentar, antes de começar.

Como é o preparo de uma cerveja?

O primeiro passo é ter em mente os tipos de cerveja que deseja produzir, para buscar os maltes certos. Com os equipamentos adequados, as receitas em mãos, os principais ingredientes são.

  • água,
  • malte,
  • lúpulo e
  • fermento.

Preparando a cerveja em oito passos:

Primeiro, é preciso moer o malte e ferve-lo na água em recipiente especial, não ultrapassando a temperatura de 74ºC, a fim de formar o “mosto”.

Depois, é necessário peneirar o mosto ainda quente, em uma forma de pizza furada com fundo falso, e somente uma hora depois misturar o lúpulo de amargor com o lúpulo de aroma.

Já em processo frio, deve-se adicionar fermento e mexer em sentido anti-horário com uma colher e recipiente em material sintetizado (balde e colher de pvc). Em seguida, com o auxílio de dois recipientes – sendo um o chamado “airlock” ou “fermentador”, a levedura será transferida de um para o outro. Por fim, do fermentador para a garrafa de cerveja.

Nem precisa dizer que é para servir bem gelada, não é?

Encerrada a produção, é recomendável servir à bebida às pessoas de grande confiança e claro, conhecimento e experiência, visto que poderão atestar o sabor e contribuir com sugestões. É importante seguir tais orientações sempre obedecendo aos critérios de segurança e qualidade exigidos pela ANVISA.

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Existem milhares de dicas e orientações que as nossas equipes poderiam fornecer e portanto, uma consultoria no assunto é imprescindível.

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